No mês passado, Tatuí registrou uma “onda de furtos” a estabelecimentos comerciais. Conforme a Polícia Militar, os casos ocorreram entre a segunda e a quarta semana de junho, tendo como alvo lojas situadas principalmente na região central. Ao todo, oito comércios foram arrombados.
Além de furtos, houve registro de roubos no centro e na periferia. O último deles, na vila Dr. Laurindo, aconteceu em uma pastelaria, na qual dois homens – até o momento não identificados – renderam o proprietário e levaram R$ 70.
A dupla utilizava capacete para dificultar a identificação e fugiu em um Ford Ka, prata, com placas de Praia Grande, posteriormente abandonado na estrada municipal Moisés Martins. Um dos criminosos estava armado e apontou revólver para o dono e funcionários da pastelaria quando eles encerravam o expediente.
Segundo o capitão Kleber Vieira Pinto, comandante da 2ª Companhia da PM, o policiamento ostensivo nesses locais já foi reforçado. Tanto que os casos de furto (especialmente na região central) cessaram. O oficial informou que, desde o dia 23 de junho, um sábado, a PM não registra nenhuma queixa relacionada a estabelecimentos localizados no centro comercial.
A polícia verificou aumento de furtos e roubos após o feriado nacional de Corpus Christi, celebrado no dia 7 de junho. Segundo o capitão, os crimes não têm relação entre si. “Nós temos conhecimento de que há quadrilhas furtando lojas e arrombando casas e outras roubando estabelecimentos com uso de arma de fogo e de motos. São grupos distintos, que estão agindo em pontos diferentes da cidade, num mesmo período”, disse Kleber.
Também de acordo com ele, o serviço de inteligência da PM está atuando no sentido de reduzir esses tipos de crimes desde que houve aumento dos casos. “A PM está trabalhando há mais de uma semana em ação preventiva”, afirmou. Por esta razão, a corporação decidiu aumentar os patrulhamentos não só na região central, mas nos bairros que mais teriam sido afetados no período.
Para reforçar o policiamento nas ruas, o comando adotou mudanças nas escalas dos policiais, incluindo turnos extras e apreensões. Uma delas, a do veículo utilizado pelos bandidos que roubaram a pastelaria na vila Dr. Laurindo.
O carro foi encontrado abandonado com “o motor ainda quente” numa estrada próximo ao aterro sanitário municipal (Lixão). “Nós estamos há vários dias trabalhando na elucidação dos casos”, disse Kleber.
O capitão já tem em mãos um mapa estatístico dos locais que se tornaram alvo dos criminosos. “Eu, pessoalmente, fui a esses estabelecimentos para conversar com os proprietários, porque muitos deles têm imagens que possibilitam a identificação dos responsáveis”, adiantou. Segundo ele, as investigações são realizadas junto com a Polícia Civil e a Guarda Civil Municipal.
“É fato que, com prevenção, escala extra da noite, nós já impedimos que novos furtos e roubos ocorressem”, comentou Kleber. Conforme ele, desde o dia 23 do mês passado a corporação não teve registro de novos casos. “Até o momento, não tivemos mais arrombamentos”, disse ele, no dia 28 de junho.
Conforme o comandante, os criminosos usam a tática de estourar portas e vitrines dos estabelecimentos comerciais. No centro, os bandidos fazem uso de um veículo (normalmente uma moto) e agem em dupla. Há suspeitas de que os ladrões utilizem sacos plásticos para transportar as mercadorias retiradas das vitrines.
A PM acredita que o número de casos pode ser maior, uma vez que algumas vítimas relutam em comunicar a ocorrência. “Nós podemos não ter conhecimento de todos. Sem a comunicação, não há como tomarmos conhecimento e, dessa maneira, evitar novos crimes”, argumentou.
De acordo com ele, os casos registrados no município não têm relação com os “arrastões” ocorridos em São Paulo.
Também sobre os casos de furtos e roubos, a corporação descarta a possibilidade de eles terem sido articulados por uma mesma quadrilha. Conforme Kleber, o modo de agir - ou “modus operandi” no jargão policial - é diferente. “São grupos que agem em locais e em crimes nada parecidos”, comentou.
De acordo com ele, em geral, os roubos são praticados com emprego de arma de fogo e os furtos, em horários diversificados, com as lojas fechadas. “Não há um padrão, mas é fato que estamos trabalhando o tempo todo para evitarmos que esses casos voltem a ocorrer”, encerrou o comandante.
oprogressodetatui.com.br
Além de furtos, houve registro de roubos no centro e na periferia. O último deles, na vila Dr. Laurindo, aconteceu em uma pastelaria, na qual dois homens – até o momento não identificados – renderam o proprietário e levaram R$ 70.
A dupla utilizava capacete para dificultar a identificação e fugiu em um Ford Ka, prata, com placas de Praia Grande, posteriormente abandonado na estrada municipal Moisés Martins. Um dos criminosos estava armado e apontou revólver para o dono e funcionários da pastelaria quando eles encerravam o expediente.
Segundo o capitão Kleber Vieira Pinto, comandante da 2ª Companhia da PM, o policiamento ostensivo nesses locais já foi reforçado. Tanto que os casos de furto (especialmente na região central) cessaram. O oficial informou que, desde o dia 23 de junho, um sábado, a PM não registra nenhuma queixa relacionada a estabelecimentos localizados no centro comercial.
A polícia verificou aumento de furtos e roubos após o feriado nacional de Corpus Christi, celebrado no dia 7 de junho. Segundo o capitão, os crimes não têm relação entre si. “Nós temos conhecimento de que há quadrilhas furtando lojas e arrombando casas e outras roubando estabelecimentos com uso de arma de fogo e de motos. São grupos distintos, que estão agindo em pontos diferentes da cidade, num mesmo período”, disse Kleber.
Também de acordo com ele, o serviço de inteligência da PM está atuando no sentido de reduzir esses tipos de crimes desde que houve aumento dos casos. “A PM está trabalhando há mais de uma semana em ação preventiva”, afirmou. Por esta razão, a corporação decidiu aumentar os patrulhamentos não só na região central, mas nos bairros que mais teriam sido afetados no período.
Para reforçar o policiamento nas ruas, o comando adotou mudanças nas escalas dos policiais, incluindo turnos extras e apreensões. Uma delas, a do veículo utilizado pelos bandidos que roubaram a pastelaria na vila Dr. Laurindo.
O carro foi encontrado abandonado com “o motor ainda quente” numa estrada próximo ao aterro sanitário municipal (Lixão). “Nós estamos há vários dias trabalhando na elucidação dos casos”, disse Kleber.
O capitão já tem em mãos um mapa estatístico dos locais que se tornaram alvo dos criminosos. “Eu, pessoalmente, fui a esses estabelecimentos para conversar com os proprietários, porque muitos deles têm imagens que possibilitam a identificação dos responsáveis”, adiantou. Segundo ele, as investigações são realizadas junto com a Polícia Civil e a Guarda Civil Municipal.
“É fato que, com prevenção, escala extra da noite, nós já impedimos que novos furtos e roubos ocorressem”, comentou Kleber. Conforme ele, desde o dia 23 do mês passado a corporação não teve registro de novos casos. “Até o momento, não tivemos mais arrombamentos”, disse ele, no dia 28 de junho.
Conforme o comandante, os criminosos usam a tática de estourar portas e vitrines dos estabelecimentos comerciais. No centro, os bandidos fazem uso de um veículo (normalmente uma moto) e agem em dupla. Há suspeitas de que os ladrões utilizem sacos plásticos para transportar as mercadorias retiradas das vitrines.
A PM acredita que o número de casos pode ser maior, uma vez que algumas vítimas relutam em comunicar a ocorrência. “Nós podemos não ter conhecimento de todos. Sem a comunicação, não há como tomarmos conhecimento e, dessa maneira, evitar novos crimes”, argumentou.
De acordo com ele, os casos registrados no município não têm relação com os “arrastões” ocorridos em São Paulo.
Também sobre os casos de furtos e roubos, a corporação descarta a possibilidade de eles terem sido articulados por uma mesma quadrilha. Conforme Kleber, o modo de agir - ou “modus operandi” no jargão policial - é diferente. “São grupos que agem em locais e em crimes nada parecidos”, comentou.
De acordo com ele, em geral, os roubos são praticados com emprego de arma de fogo e os furtos, em horários diversificados, com as lojas fechadas. “Não há um padrão, mas é fato que estamos trabalhando o tempo todo para evitarmos que esses casos voltem a ocorrer”, encerrou o comandante.
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