A Polícia Civil recebeu, nesta semana, a informação de que um terceiro envolvido – de um total de cinco – no assalto ao haras do ex-presidente da “Feirinha da Madrugada”, Geraldo de Souza Amorim, 61 (falecido no dia 20 de setembro), teve a prisão efetivada. Paulo Henrique Castro, apontado pelas investigações como informante da quadrilha, teria sido detido na divisa do Estado de São Paulo com o Paraná.
A informação da prisão, conforme adiantou o delegado titular do município, José Alexandre Garcia Andreucci, ainda não havia sido confirmada oficialmente até o fechamento desta edição (sexta-feira, 14, 17h). Castro teria ligado para a advogada, do Paraná, para solicitar transferência e defesa.
Andreucci explicou que a prisão tem de ser, primeiro, comunicada entre as secretarias de Segurança Pública do Paraná e de São Paulo, para depois ser confirmada junto à delegacia do município. A transferência do detento deve ocorrer somente após a comunicação oficial. Até lá, Andreucci não tem informações oficiais da detenção do suspeito.
Castro, que residia em Tatuí, estava foragido desde o dia 29 de setembro, quando a Justiça de Tatuí decretou a prisão preventiva dele e a de outras quatro pessoas (duas delas já estão presas) acusadas de assaltar o haras do ex-presidente da “Feirinha da Madrugada”. O despacho da decisão, proferida pela juíza Mariana Teixeira Salviano da Rocha, da 1ª Vara Criminal da comarca, foi publicado no dia 4.
O suspeito faria, conforme investigações chefiadas por Andreucci, parte da quadrilha que invadiu o haras do empresário. Durante o assalto, Amorim foi atingido com um tiro nas costas. Ferido, teve de ser socorrido ao pronto-socorro de Tatuí. No dia seguinte, a família transferiu-o para o hospital “Albert Einstein”, em São Paulo, onde faleceu vítima de infarto fulminante.
O bando que participou do assalto frustrado seria, de acordo com o delegado titular, chefiado por Richard Martinez da Silva, residente no bairro da Penha, em São Paulo, e composta por Elton Soares Paes, Douglas Lucas Lourenço e Adriano Martins Santos. Paes estaria dirigindo o veículo que levou a quadrilha ao haras e Castro seria o informante. Este último teria trabalhado para o empresário e abastecido a quadrilha com detalhes da residência.
Os cinco teriam entrado na propriedade por volta das 23h do dia 17 de setembro e rendido Amorim e a esposa dele. Quando estavam revirando a casa sede, em busca de uma maleta (na qual supostamente havia a quantia aproximada de R$ 700 mil), os assaltantes teriam sido pegos de surpresa por um funcionário de Amorim.
O gerente geral do empresário, Anísio da Costa Brito, acabou trocando tiros com os ladrões. No tiroteio, Paes e Lourenço teriam se ferido. Os outros três não foram alvejados. Paes e Lourenço acabaram sendo localizados pela GCM (Guarda Civil Municipal) em uma estrada do bairro dos Mirandas.
O primeiro estava com um revólver calibre 38 na cintura e havia dito aos guardas que tinha sido ferido durante um assalto. O segundo teve ferimentos à bala no pescoço e num dos braços e havia dito que sofrera um assalto, no qual os bandidos teriam levado o automóvel dele. A GCM desconfiou da história e verificou que ele tinha as mesmas características físicas de um dos assaltantes que haviam participado do assalto ao haras de Amorim.
Com a detenção da dupla, o delegado titular chegou ao nome dos demais integrantes. Após a conclusão do inquérito, ele solicitou a prisão preventiva dos acusados. Até o momento, Richard Martinez da Silva e Adriano Martins Santos continuam foragidos. A prisão deles, conforme o titular, é “questão de tempo”.
A informação da prisão, conforme adiantou o delegado titular do município, José Alexandre Garcia Andreucci, ainda não havia sido confirmada oficialmente até o fechamento desta edição (sexta-feira, 14, 17h). Castro teria ligado para a advogada, do Paraná, para solicitar transferência e defesa.
Andreucci explicou que a prisão tem de ser, primeiro, comunicada entre as secretarias de Segurança Pública do Paraná e de São Paulo, para depois ser confirmada junto à delegacia do município. A transferência do detento deve ocorrer somente após a comunicação oficial. Até lá, Andreucci não tem informações oficiais da detenção do suspeito.
Castro, que residia em Tatuí, estava foragido desde o dia 29 de setembro, quando a Justiça de Tatuí decretou a prisão preventiva dele e a de outras quatro pessoas (duas delas já estão presas) acusadas de assaltar o haras do ex-presidente da “Feirinha da Madrugada”. O despacho da decisão, proferida pela juíza Mariana Teixeira Salviano da Rocha, da 1ª Vara Criminal da comarca, foi publicado no dia 4.
O suspeito faria, conforme investigações chefiadas por Andreucci, parte da quadrilha que invadiu o haras do empresário. Durante o assalto, Amorim foi atingido com um tiro nas costas. Ferido, teve de ser socorrido ao pronto-socorro de Tatuí. No dia seguinte, a família transferiu-o para o hospital “Albert Einstein”, em São Paulo, onde faleceu vítima de infarto fulminante.
O bando que participou do assalto frustrado seria, de acordo com o delegado titular, chefiado por Richard Martinez da Silva, residente no bairro da Penha, em São Paulo, e composta por Elton Soares Paes, Douglas Lucas Lourenço e Adriano Martins Santos. Paes estaria dirigindo o veículo que levou a quadrilha ao haras e Castro seria o informante. Este último teria trabalhado para o empresário e abastecido a quadrilha com detalhes da residência.
Os cinco teriam entrado na propriedade por volta das 23h do dia 17 de setembro e rendido Amorim e a esposa dele. Quando estavam revirando a casa sede, em busca de uma maleta (na qual supostamente havia a quantia aproximada de R$ 700 mil), os assaltantes teriam sido pegos de surpresa por um funcionário de Amorim.
O gerente geral do empresário, Anísio da Costa Brito, acabou trocando tiros com os ladrões. No tiroteio, Paes e Lourenço teriam se ferido. Os outros três não foram alvejados. Paes e Lourenço acabaram sendo localizados pela GCM (Guarda Civil Municipal) em uma estrada do bairro dos Mirandas.
O primeiro estava com um revólver calibre 38 na cintura e havia dito aos guardas que tinha sido ferido durante um assalto. O segundo teve ferimentos à bala no pescoço e num dos braços e havia dito que sofrera um assalto, no qual os bandidos teriam levado o automóvel dele. A GCM desconfiou da história e verificou que ele tinha as mesmas características físicas de um dos assaltantes que haviam participado do assalto ao haras de Amorim.
Com a detenção da dupla, o delegado titular chegou ao nome dos demais integrantes. Após a conclusão do inquérito, ele solicitou a prisão preventiva dos acusados. Até o momento, Richard Martinez da Silva e Adriano Martins Santos continuam foragidos. A prisão deles, conforme o titular, é “questão de tempo”.
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