segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Campanha registra crescimento de doadores e coleta de ‘bolsas triplas’




A campanha de coleta de sangue promovida no sábado, 10, em prol do Hemonúcleo Regional de Jaú, registrou crescimento no número de doadores cadastrados.
É o que informou a idealizadora da iniciativa, Rita Corradi Azevedo, na segunda-feira, 12. Segundo ela, houve aumento de 18,69% em relação à campanha anterior, realizada em abril deste ano.
As doações de sangue aconteceram entre as 7h30 e as 14h de sábado, na Escola Estadual “Barão de Suruí”. Conforme Rita, ao todo, 20 pessoas atuaram diretamente na organização do evento.
“Elas ajudaram fazendo lanches, distribuindo senhas, servindo sucos e entregando carteirinhas”, comentou. A ação é promovida há cinco anos e está na sétima edição.
Em abril, houve a coleta de 228 bolsas de sangue, também na escola “Barão de Suruí”. A contagem do material deste mês (assim como a tipagem sanguínea) ainda não está totalizada.
Rita explicou que o hemonúcleo fará, nos próximos dias, a triagem das bolsas. Só então deverá encaminhar relatório com os dados da coleta.
“Daqui a 30 dias eles devem me enviar as informações com a quantidade e o tipo de sangue obtido”. O prazo é o mesmo para a entrega das carteirinhas aos doadores que auxiliaram o hemonúcleo pela primeira vez. Elas poderão ser retiradas na rua Coronel Aureliano de Camargo, 464.
Além do prazo, Rita informou que a instituição enviará os resultados dos exames feitos nas amostras de sangue coletadas em Tatuí. Também salientou que o hemonúcleo comemorou a retirada de 39 “bolsas triplas”.
“São bolsas pelas quais eles (os responsáveis pelo hemonúcleo) poderão aproveitar plaquetas”. Segundo ela, essa é a primeira vez que houve coleta de plaquetas.
“Eles enviaram um ônibus com funcionários e duas ‘vans’ para buscar as 39 bolsas triplas. Elas já estavam destinadas a pacientes”, disse a empresária.
Conforme ela, o hemonúcleo também celebrou a adesão de novos doadores. “Tem bastante gente nova se cadastrando”, afirmou Rita, responsável por levar a experiência de Tatuí a cidades da região, como Cerquilho.
Dos 337 cadastrados, 101 não puderam doar. Segundo ela, algumas pessoas por conta de tatuagens, porque estavam tomando remédios ou porque haviam se imunizado, recentemente, com vacinas. “Eram pessoas que foram doar pela primeira vez, mas que não tinham informações”.
Das 233 pessoas restantes, apenas três pegaram senha, passaram pela triagem, mas não foram localizadas para efetivar a doação. “Elas enfrentaram fila, preencheram cadastro, participaram de rodas de conversa explicativas, mas, por algum motivo, não deram prosseguimento à ajuda”, disse Rita.
Outras aproximadamente 160 pessoas que pegaram senha não chegaram a passar pela triagem e a completar o processo de doação de sangue.
“A expectativa é de que a quantidade de bolsas obtidas pelo hemonúcleo com o evento seja praticamente igual à da edição anterior. A diferença é que, em abril, não houve retirada de plaquetas”.
Um dos motivos apontados por ela pela procura (classificada como “normal”) é o fato de a campanha ter sido adiada. A segunda coleta de 2012 estava agendada para setembro, mas foi alterada por conta das eleições municipais.
A mudança teria atrapalhado as doações, uma vez que “muitas pessoas haviam se preparado para doar em setembro”. “Muita gente entrou em contato comigo porque havia se programado para aquele mês, e não compareceram em novembro porque estão viajando”, argumentou a empresária.
                                                                                oprogressodetatui.com.br

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