Aos 20 anos, Rodinei Marcelo de Almeida vive uma expectativa e tanto: a de ser contratado, em definitivo e como profissional, pelo Sport Club Corinthians Paulista. O jogador que deixou Tatuí há apenas três anos atua pela equipe paulista desde maio, quando foi emprestado pelo Avaí, de Santa Catarina.
Nei, como é mais conhecido entre os amigos, joga pela equipe sub-20 do Corinthians, mas tem planos de ocupar vaga de titular pela profissional. No que depender do tatuiano, são grandes as possibilidades disso acontecer. “Os caras (os responsáveis pelo Corinthians) já sabem tudo. Já sabem quem vai ficar, ou não. Pelo que estão falando, tenho 70% de chances de subir para o profissional”, disse ele, em entrevista concedida a O Progresso.
O jogador esteve em Tatuí no final de semana passado, para rever amigos e familiares. No sábado, 21, ele conversou com a reportagem do bissemanário. A entrevista foi concedida nas dependências da Associação Atlética XI de Agosto, time pelo qual Nei atuou. O lateral-direito havia integrado, também, na cidade natal, as equipes do Sesi (Serviço Social da Indústria) e Clube de Campo.
À reportagem, Nei disse que está “empolgado” com a possibilidade de tornar-se profissional do Corinthians – apesar de ser torcedor do São Paulo –, afirmou que já precisa driblar o assédio (de fãs e de empresários) e que vai trabalhar duro para recuperar-se de uma contusão que sofreu no tornozelo direito. A lesão ocorreu na partida em o “Timão” empatou em 2 a 2 com o Atlético de Madrid, no Peru, no dia 19 de junho, pela Copa Libertadores Sub-20.
O lateral-direito começou a carreira, por assim dizer, aos 17 anos. “Quando terminei a escola, fui para São Paulo”, lembrou. Nei concluiu o ensino médio na Escola Estadual “Barão de Suruí”. Superando os desafios pessoais – ele é órfão de pai e de mãe –, ele encontrou no futebol a força necessária para tornar-se um vencedor. Em Tatuí, morou na vila Primavera e no Jardim Santa Rita de Cássia, locais em que fez amigos, os quais costuma rever.
Apesar de ter parentes envolvidos com o futebol, Nei é o único – até o momento – que “chegou lá”, ou, quase lá. “Tive um primo meu que jogou futebol, mas eu sou o único que está em time grande”, disse.
O tatuiano começou a despontar quando ingressou numa escola de futebol, em Carapicuíba. “Sempre tive vontade de ser um vencedor. Fui trabalhando com o tempo e, aos poucos, consegui chegar aonde cheguei”, afirmou.
Nei assinou o primeiro contrato com o Esporte Clube Vitória, da Bahia. Depois, seguiu para Santa Catarina, onde atuou em quatro times: Porto União, Videira Esporte Clube, Figueirense e Avaí. Com este último, tem contrato até 31 de dezembro de 2014. Em maio deste ano, o jogador foi emprestado para o Corinthians, por meio de contrato válido até maio do ano que vem.
Para continuar no “timão”, Nei pretende intensificar a série de treinos e superar as limitações físicas, como fez na vida pessoal. “Tenho uma história de vida bastante complicada, perdi minha mãe e meu pai, mas isso daí não me abalou muito, não. Foi triste, mas eu consegui dar a volta por cima”, falou.
Criado pela avó e com apoio dos tios, o tatuiano teve uma carreira “meteórica”. “Foi tudo muito rápido, quando vi, já estava no Corinthians”, afirmou.
Rápida, também, deve ser a recuperação do jogador – que faz sessões de fisioterapia para melhorar da contusão que teve no jogo contra os espanhóis. Nei estima que esteja 100% recuperado dentro de duas semanas. Nesse prazo, deve ter a confirmação, ou não, de uma possível nova contratação. O lateral-direito pretende subir para a equipe profissional do Corinthians.
Até que isso se concretize, ele deve manter o foco dentro de campo. Nei afirmou que tem tido “trabalho” para lidar com o assédio que vem recebendo, além das novidades. “Mudou muita coisa desde que eu saí do Avaí. Ir para um time de projeção nacional é outra coisa. Dá outra visibilidade. Tem muita gente olhando, falando de mim, a repercussão é maior”, falou.
O atleta também disse que teve de acostumar-se aos novos ritmos de treino e aos novos companheiros. “É tudo muito diferente, estar ao lado de um Jorge Henrique ou de um Emerson Sheik. É muito gostoso, também”, disse.
Assim como a visibilidade, Nei afirmou que a responsabilidade aumenta na mesma proporção. “Agora, eu tenho que estar focado. Essa é a oportunidade que tenho para mostrar trabalho”.
Nei credita o sucesso dentro de campo à base que recebeu em Tatuí. “Isso ajudou e ajuda bastante. Querendo ou não, eu aprendi muita coisa”, disse ele, que já intensificou as sessões de fisioterapia por conta do problema no tornozelo. “Estou trabalhando para ver se desincha”, afirmou o jogador tatuiano.
Segundo ele, a estimativa é de que o edema melhore no prazo de duas semanas. “Agora, é esperar para ver. Falam que, quando eu voltar, já voltarei para o profissional. Antes, eu tenho de melhorar para ver como as coisas caminharão”, falou ele, que, caso seja efetivado, promete beijar o escudo do Corinthians. “Se o ‘bando de loucos’ – como é conhecida a torcida do Timão – começar a gritar o meu nome, vou beijar, sim”, prometeu.
oprogressodetatui.com.br
Nei, como é mais conhecido entre os amigos, joga pela equipe sub-20 do Corinthians, mas tem planos de ocupar vaga de titular pela profissional. No que depender do tatuiano, são grandes as possibilidades disso acontecer. “Os caras (os responsáveis pelo Corinthians) já sabem tudo. Já sabem quem vai ficar, ou não. Pelo que estão falando, tenho 70% de chances de subir para o profissional”, disse ele, em entrevista concedida a O Progresso.
O jogador esteve em Tatuí no final de semana passado, para rever amigos e familiares. No sábado, 21, ele conversou com a reportagem do bissemanário. A entrevista foi concedida nas dependências da Associação Atlética XI de Agosto, time pelo qual Nei atuou. O lateral-direito havia integrado, também, na cidade natal, as equipes do Sesi (Serviço Social da Indústria) e Clube de Campo.
À reportagem, Nei disse que está “empolgado” com a possibilidade de tornar-se profissional do Corinthians – apesar de ser torcedor do São Paulo –, afirmou que já precisa driblar o assédio (de fãs e de empresários) e que vai trabalhar duro para recuperar-se de uma contusão que sofreu no tornozelo direito. A lesão ocorreu na partida em o “Timão” empatou em 2 a 2 com o Atlético de Madrid, no Peru, no dia 19 de junho, pela Copa Libertadores Sub-20.
O lateral-direito começou a carreira, por assim dizer, aos 17 anos. “Quando terminei a escola, fui para São Paulo”, lembrou. Nei concluiu o ensino médio na Escola Estadual “Barão de Suruí”. Superando os desafios pessoais – ele é órfão de pai e de mãe –, ele encontrou no futebol a força necessária para tornar-se um vencedor. Em Tatuí, morou na vila Primavera e no Jardim Santa Rita de Cássia, locais em que fez amigos, os quais costuma rever.
Apesar de ter parentes envolvidos com o futebol, Nei é o único – até o momento – que “chegou lá”, ou, quase lá. “Tive um primo meu que jogou futebol, mas eu sou o único que está em time grande”, disse.
O tatuiano começou a despontar quando ingressou numa escola de futebol, em Carapicuíba. “Sempre tive vontade de ser um vencedor. Fui trabalhando com o tempo e, aos poucos, consegui chegar aonde cheguei”, afirmou.
Nei assinou o primeiro contrato com o Esporte Clube Vitória, da Bahia. Depois, seguiu para Santa Catarina, onde atuou em quatro times: Porto União, Videira Esporte Clube, Figueirense e Avaí. Com este último, tem contrato até 31 de dezembro de 2014. Em maio deste ano, o jogador foi emprestado para o Corinthians, por meio de contrato válido até maio do ano que vem.
Para continuar no “timão”, Nei pretende intensificar a série de treinos e superar as limitações físicas, como fez na vida pessoal. “Tenho uma história de vida bastante complicada, perdi minha mãe e meu pai, mas isso daí não me abalou muito, não. Foi triste, mas eu consegui dar a volta por cima”, falou.
Criado pela avó e com apoio dos tios, o tatuiano teve uma carreira “meteórica”. “Foi tudo muito rápido, quando vi, já estava no Corinthians”, afirmou.
Rápida, também, deve ser a recuperação do jogador – que faz sessões de fisioterapia para melhorar da contusão que teve no jogo contra os espanhóis. Nei estima que esteja 100% recuperado dentro de duas semanas. Nesse prazo, deve ter a confirmação, ou não, de uma possível nova contratação. O lateral-direito pretende subir para a equipe profissional do Corinthians.
Até que isso se concretize, ele deve manter o foco dentro de campo. Nei afirmou que tem tido “trabalho” para lidar com o assédio que vem recebendo, além das novidades. “Mudou muita coisa desde que eu saí do Avaí. Ir para um time de projeção nacional é outra coisa. Dá outra visibilidade. Tem muita gente olhando, falando de mim, a repercussão é maior”, falou.
O atleta também disse que teve de acostumar-se aos novos ritmos de treino e aos novos companheiros. “É tudo muito diferente, estar ao lado de um Jorge Henrique ou de um Emerson Sheik. É muito gostoso, também”, disse.
Assim como a visibilidade, Nei afirmou que a responsabilidade aumenta na mesma proporção. “Agora, eu tenho que estar focado. Essa é a oportunidade que tenho para mostrar trabalho”.
Nei credita o sucesso dentro de campo à base que recebeu em Tatuí. “Isso ajudou e ajuda bastante. Querendo ou não, eu aprendi muita coisa”, disse ele, que já intensificou as sessões de fisioterapia por conta do problema no tornozelo. “Estou trabalhando para ver se desincha”, afirmou o jogador tatuiano.
Segundo ele, a estimativa é de que o edema melhore no prazo de duas semanas. “Agora, é esperar para ver. Falam que, quando eu voltar, já voltarei para o profissional. Antes, eu tenho de melhorar para ver como as coisas caminharão”, falou ele, que, caso seja efetivado, promete beijar o escudo do Corinthians. “Se o ‘bando de loucos’ – como é conhecida a torcida do Timão – começar a gritar o meu nome, vou beijar, sim”, prometeu.
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