Na quinta-feira, 19, o prefeito Luiz Gonzaga Vieira de Camargo assinou protocolo de intenções para construção de novas casas populares. As unidades deverão ser construídas pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) e atenderão moradores do entorno do ribeirão do Manduca. Cerca de 20 famílias deverão ser contempladas.
Conforme o prefeito, serão beneficiados moradores que vivem em APP (área de preservação permanente), no entorno do Manduca. As casas populares serão construídas no Jardim Nova Europa – que abriga famílias da antiga favela do Jardim Europa, desativada no ano de 2009. “Sobraram alguns lotes lá, e nós conseguimos com a CDHU a construção para esses moradores”, disse Gonzaga. O prefeito assinou o protocolo de intenções na sede da Secretaria da Habitação do Estado de São Paulo, com o secretário Sílvio Torres.
As famílias que serão removidas residem muito próximas às margens do ribeirão do Manduca, em áreas classificadas como de proteção ambiental. “Elas foram cadastradas num laudo social”, informou Gonzaga. O trabalho aconteceu no mesmo período em que o Executivo fez o mapeamento das áreas das favelas do Jardim Europa e da Fundação Manoel Guedes – desativadas – entre outras, como as que necessitam de regularização pelo “Cidade Legal”.
Os residentes dessas duas últimas localidades viviam em áreas de situação de risco. “Como nós os transferimos, restou os que estão morando em APP”, afirmou o prefeito. O cadastramento das famílias a serem atendidas envolveu, praticamente, todas as secretarias municipais, além da DC (Defesa Civil) da cidade. “Foram trabalhos diferentes, nós fizemos cadastramentos em cada uma das regiões”, explicou a assistente social, Clarice Ribeiro.
Segundo ela, os dados coletados junto aos moradores de diversas regiões da cidade, no ano de 2009, constam no PLHIS (Plano Municipal de Habitação de Interesse Social). A apuração dos dados ficou a cargo de equipes da DC em conjunto com a Secretaria Municipal do Trabalho e Desenvolvimento Social. Com base nos levantamentos, a Seplan (Secretaria de Planejamento de Desenvolvimento Habitacional e Econômico) moldou o plano de melhoria habitacional.
“Fizemos esse trabalho junto com uma equipe de estagiários”, lembrou Clarice. De acordo com ela, o critério para apurar quem seria contemplado – no caso dos moradores do entorno do Manduca – foi o de proximidade ao ribeirão. “Elas (as famílias a serem atendidas) estão muito à beira da margem”, destacou.
Além do risco de alagamentos – que diminuíram em função da reforma de quatro pontes do ribeirão –, as família que deverão ser contempladas moram em APP. As casas construídas por elas (ou alugadas, em alguns casos) ocupam a metragem que deveria abrigar as matas ciliares do ribeirão.
“Existe, inclusive, um acerto entre a Prefeitura e o MP de irmos retirando essas famílias”, disse o prefeito. As transferências, porém, serão feitas somente após o término das construções das novas residências, que dependem de convênio.
As verbas para as edificações das casas virão da própria CDHU. Entretanto, Gonzaga adiantou que ainda não há um valor estimado de investimento. Conforme o prefeito, também não há prazo para que o convênio propriamente dito – que vai permitir o início das obras – seja celebrado. A expectativa é de que ele possa ser viabilizado após as eleições municipais de 7 de outubro.
oprogressodetatui.com.br
Conforme o prefeito, serão beneficiados moradores que vivem em APP (área de preservação permanente), no entorno do Manduca. As casas populares serão construídas no Jardim Nova Europa – que abriga famílias da antiga favela do Jardim Europa, desativada no ano de 2009. “Sobraram alguns lotes lá, e nós conseguimos com a CDHU a construção para esses moradores”, disse Gonzaga. O prefeito assinou o protocolo de intenções na sede da Secretaria da Habitação do Estado de São Paulo, com o secretário Sílvio Torres.
As famílias que serão removidas residem muito próximas às margens do ribeirão do Manduca, em áreas classificadas como de proteção ambiental. “Elas foram cadastradas num laudo social”, informou Gonzaga. O trabalho aconteceu no mesmo período em que o Executivo fez o mapeamento das áreas das favelas do Jardim Europa e da Fundação Manoel Guedes – desativadas – entre outras, como as que necessitam de regularização pelo “Cidade Legal”.
Os residentes dessas duas últimas localidades viviam em áreas de situação de risco. “Como nós os transferimos, restou os que estão morando em APP”, afirmou o prefeito. O cadastramento das famílias a serem atendidas envolveu, praticamente, todas as secretarias municipais, além da DC (Defesa Civil) da cidade. “Foram trabalhos diferentes, nós fizemos cadastramentos em cada uma das regiões”, explicou a assistente social, Clarice Ribeiro.
Segundo ela, os dados coletados junto aos moradores de diversas regiões da cidade, no ano de 2009, constam no PLHIS (Plano Municipal de Habitação de Interesse Social). A apuração dos dados ficou a cargo de equipes da DC em conjunto com a Secretaria Municipal do Trabalho e Desenvolvimento Social. Com base nos levantamentos, a Seplan (Secretaria de Planejamento de Desenvolvimento Habitacional e Econômico) moldou o plano de melhoria habitacional.
“Fizemos esse trabalho junto com uma equipe de estagiários”, lembrou Clarice. De acordo com ela, o critério para apurar quem seria contemplado – no caso dos moradores do entorno do Manduca – foi o de proximidade ao ribeirão. “Elas (as famílias a serem atendidas) estão muito à beira da margem”, destacou.
Além do risco de alagamentos – que diminuíram em função da reforma de quatro pontes do ribeirão –, as família que deverão ser contempladas moram em APP. As casas construídas por elas (ou alugadas, em alguns casos) ocupam a metragem que deveria abrigar as matas ciliares do ribeirão.
“Existe, inclusive, um acerto entre a Prefeitura e o MP de irmos retirando essas famílias”, disse o prefeito. As transferências, porém, serão feitas somente após o término das construções das novas residências, que dependem de convênio.
As verbas para as edificações das casas virão da própria CDHU. Entretanto, Gonzaga adiantou que ainda não há um valor estimado de investimento. Conforme o prefeito, também não há prazo para que o convênio propriamente dito – que vai permitir o início das obras – seja celebrado. A expectativa é de que ele possa ser viabilizado após as eleições municipais de 7 de outubro.
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