Uma desavença é apontada pela Polícia Civil como possível causa do segundo homicídio registrado em Tatuí no ano. A vítima seria um andarilho de 42 anos de idade, encontrado sem vida numa chácara, no bairro Lagoa Vermelha, nas proximidades da rodovia Antônio Romano Schincariol (SP-127). A suspeita inicial da polícia é de que o local tenha sido utilizado para “desova” do corpo. O registro do crime foi feito às 15h de domingo, 10.
Segundo o delegado que investiga o caso, José Alexandre Garcia Andreucci, o mecânico Luis Fernando de Oliveira Preto foi encontrado pelo proprietário da chácara. “O dono havia saído do local, por volta das 10h, e voltado horas depois. Quando chegou lá, viu que havia uma pessoa desacordada”, contou.
Na sequência, o proprietário, um comerciante de 59 anos, acionou a GCM (Guarda Civil Municipal). O GTO (Grupo Tático Operacional), da PC, também foi chamado e teria verificado que a vítima, natural da cidade de Águas de Lindóia, apresentava ferimentos na região da cabeça.
Também, segundo Andreucci, havia manchas de sangue no chão, mas nenhum objeto foi localizado perto do corpo. “Eles verificaram que o homicídio teria sido praticado havia menos de oito horas, porque a vítima ainda sangrava”, citou o delegado.
De acordo com ele, a vítima já teria sido internada em instituições do município, onde teria tido desavenças. “Nós já estamos atrás de quem cometeu este crime e a prisão do autor é questão de horas”, sustentou Andreucci.
O homicídio é o segundo do ano registrado no município. O primeiro teve como vítima o produtor rural Lauro Fogaça, 51, no dia 24 de março. Segundo a polícia, o crime havia sido cometido por Marcelo Dias de Barros, 29, suspeito de ter invadido uma chácara, entre os bairros Guaxingu e Mirandas, e atirado contra a família proprietária. O acusado faleceu no dia 30 de março.
Barros veio a óbito no Hospital Regional de Sorocaba. O acusado não teria resistido aos ferimentos provocados por conta da reação de familiares do produtor. As vítimas, que também teriam sido feridas, revidaram ao ataque de Barros que, segundo a PC, estava sob tratamento mental.
Segundo o inquérito, o homem invadiu a propriedade por volta da 1h. O acusado, conforme o titular, portava duas armas, sendo um revólver calibre 38 na mão direita e um calibre 22, na esquerda. Após entrar na casa, teria feito disparos em direção aos familiares. O primeiro tiro acertou o produtor rural na cabeça. Os demais atingiram os filhos do proprietário, Ricardo Pinto Fogaça, 27, no braço, e Marcel Douglas Fogaça, 20, no peito. “Como a munição era antiga, o projétil não perfurou o tórax do filho”, explicou Andreucci.
Conforme ele, o terceiro filho do produtor, Rafael Pinto Fogaça, 25, e a esposa do proprietário da chácara, Maria Helena Pinto Fogaça, 46, que não haviam sido atingidos por tiros conseguiram render o agressor. “Eles pularam na frente, inclusive tirando as armadas das mãos dele”, disse.
Barros, segundo o inquérito policial, ainda tentou se desvencilhar, mordendo um dos dedos de Maria Helena. A reação do suspeito causou ferimentos “graves” na mulher. “Apesar disso, o acusado acabou perdendo as armas e os familiares do produtor rural, em legítima defesa, usaram instrumentos ‘contundentes’ com os quais conseguiram acertá-lo”, descreveu o delegado.
Segundo ele, em função da reação da família, Barros teve ferimentos e permaneceu caído no chão até ser levado ao pronto-socorro municipal. De lá, ele foi transferido para o Hospital Regional de Sorocaba, onde faleceu no dia 30.
oprogressodetatui.com.br
Segundo o delegado que investiga o caso, José Alexandre Garcia Andreucci, o mecânico Luis Fernando de Oliveira Preto foi encontrado pelo proprietário da chácara. “O dono havia saído do local, por volta das 10h, e voltado horas depois. Quando chegou lá, viu que havia uma pessoa desacordada”, contou.
Na sequência, o proprietário, um comerciante de 59 anos, acionou a GCM (Guarda Civil Municipal). O GTO (Grupo Tático Operacional), da PC, também foi chamado e teria verificado que a vítima, natural da cidade de Águas de Lindóia, apresentava ferimentos na região da cabeça.
Também, segundo Andreucci, havia manchas de sangue no chão, mas nenhum objeto foi localizado perto do corpo. “Eles verificaram que o homicídio teria sido praticado havia menos de oito horas, porque a vítima ainda sangrava”, citou o delegado.
De acordo com ele, a vítima já teria sido internada em instituições do município, onde teria tido desavenças. “Nós já estamos atrás de quem cometeu este crime e a prisão do autor é questão de horas”, sustentou Andreucci.
O homicídio é o segundo do ano registrado no município. O primeiro teve como vítima o produtor rural Lauro Fogaça, 51, no dia 24 de março. Segundo a polícia, o crime havia sido cometido por Marcelo Dias de Barros, 29, suspeito de ter invadido uma chácara, entre os bairros Guaxingu e Mirandas, e atirado contra a família proprietária. O acusado faleceu no dia 30 de março.
Barros veio a óbito no Hospital Regional de Sorocaba. O acusado não teria resistido aos ferimentos provocados por conta da reação de familiares do produtor. As vítimas, que também teriam sido feridas, revidaram ao ataque de Barros que, segundo a PC, estava sob tratamento mental.
Segundo o inquérito, o homem invadiu a propriedade por volta da 1h. O acusado, conforme o titular, portava duas armas, sendo um revólver calibre 38 na mão direita e um calibre 22, na esquerda. Após entrar na casa, teria feito disparos em direção aos familiares. O primeiro tiro acertou o produtor rural na cabeça. Os demais atingiram os filhos do proprietário, Ricardo Pinto Fogaça, 27, no braço, e Marcel Douglas Fogaça, 20, no peito. “Como a munição era antiga, o projétil não perfurou o tórax do filho”, explicou Andreucci.
Conforme ele, o terceiro filho do produtor, Rafael Pinto Fogaça, 25, e a esposa do proprietário da chácara, Maria Helena Pinto Fogaça, 46, que não haviam sido atingidos por tiros conseguiram render o agressor. “Eles pularam na frente, inclusive tirando as armadas das mãos dele”, disse.
Barros, segundo o inquérito policial, ainda tentou se desvencilhar, mordendo um dos dedos de Maria Helena. A reação do suspeito causou ferimentos “graves” na mulher. “Apesar disso, o acusado acabou perdendo as armas e os familiares do produtor rural, em legítima defesa, usaram instrumentos ‘contundentes’ com os quais conseguiram acertá-lo”, descreveu o delegado.
Segundo ele, em função da reação da família, Barros teve ferimentos e permaneceu caído no chão até ser levado ao pronto-socorro municipal. De lá, ele foi transferido para o Hospital Regional de Sorocaba, onde faleceu no dia 30.
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