Solenidade ecumênica programada para este sábado, 26, marcará a união de 48 casais. A união acontece dentro do projeto Casamento Comunitário, realizado pelo Fusstat (Fundo Social de Solidariedade de Tatuí) na Concha Acústica Municipal “Maestro Spártacco Rossi”.
O evento tem início às 19h e é classificado pelo vice-prefeito Luiz Antônio Voss Campos como “extremamente importante”. “Não vejo que uma aliança, um anel, vá fazer o casamento dar certo, mas vai oficializar uma relação conjugal e reforçar o sentido familiar”, argumentou.
Voss Campos, que atuou como secretário municipal do Trabalho e Desenvolvimento Social por mais de sete anos, disse que o projeto dá mais “estabilidade emocional” às famílias. “A própria filha, o filho, deixa de ter vergonha e passa a ter orgulho da condição matrimonial dos pais”, afirmou.
O ex-secretário falou que esta é “uma oportunidade única para casais que sonham em se unir, legalmente, mas que não tiveram condições financeiras para tanto”. “O Casamento Comunitário é a realização do sonho de diversas famílias”.
O projeto permite a oficialização da união de casais que, muitas vezes, já possuem família estabelecida. “O ‘amigamento’ gera uma sensação de instabilidade. Senti isso como secretário social. E o Fundo Social, com essa iniciativa, promove um resgate do orgulho da família”, disse Voss Campos. Quem participa do projeto é contemplado, além do empréstimo das roupas (vestidos para as noivas e ternos para os noivos), com bolo de casamento, alianças e fica livre de arcar com os custos da união no Cartório de Registro Civil.
De acordo com o vice-prefeito, o Casamento Comunitário não é realizado para permitir a inclusão das famílias “não oficializadas” nos projetos e programas sociais que o município mantém com os governos estadual e federal (Bolsa Família, Renda Cidadã, entre outros). “Ela apenas ajuda aquelas pessoas a efetivar as relações conjugais que elas já mantêm”, disse. O projeto do Fusstat é desenvolvido com apoio de diversos parceiros.
“Vejo o Casamento Comunitário como uma realização pessoal. As pessoas se sentem importantes quando podem falar que são casadas no papel. Não que uma aliança traga uma segurança para as famílias, mas muda a pessoa”, comentou Voss Campos. Os noivos contemplados participarão de cerimônia ecumênica com presença de um diácono e de um pastor.
As noivas serão conduzidas a um altar, instalado no palco da Concha Acústica, por guardas civis municipais e terão como padrinhos o prefeito Luiz Gonzaga Vieira de Camargo e a primeira-dama e presidente do Fusstat, Maria José Vieira de Camargo. “A Concha se transforma numa grande catedral para o evento. É algo lindo e muito emocionante”, concluiu o vice-prefeito.
oprogressodetatui.com.br
O evento tem início às 19h e é classificado pelo vice-prefeito Luiz Antônio Voss Campos como “extremamente importante”. “Não vejo que uma aliança, um anel, vá fazer o casamento dar certo, mas vai oficializar uma relação conjugal e reforçar o sentido familiar”, argumentou.
Voss Campos, que atuou como secretário municipal do Trabalho e Desenvolvimento Social por mais de sete anos, disse que o projeto dá mais “estabilidade emocional” às famílias. “A própria filha, o filho, deixa de ter vergonha e passa a ter orgulho da condição matrimonial dos pais”, afirmou.
O ex-secretário falou que esta é “uma oportunidade única para casais que sonham em se unir, legalmente, mas que não tiveram condições financeiras para tanto”. “O Casamento Comunitário é a realização do sonho de diversas famílias”.
O projeto permite a oficialização da união de casais que, muitas vezes, já possuem família estabelecida. “O ‘amigamento’ gera uma sensação de instabilidade. Senti isso como secretário social. E o Fundo Social, com essa iniciativa, promove um resgate do orgulho da família”, disse Voss Campos. Quem participa do projeto é contemplado, além do empréstimo das roupas (vestidos para as noivas e ternos para os noivos), com bolo de casamento, alianças e fica livre de arcar com os custos da união no Cartório de Registro Civil.
De acordo com o vice-prefeito, o Casamento Comunitário não é realizado para permitir a inclusão das famílias “não oficializadas” nos projetos e programas sociais que o município mantém com os governos estadual e federal (Bolsa Família, Renda Cidadã, entre outros). “Ela apenas ajuda aquelas pessoas a efetivar as relações conjugais que elas já mantêm”, disse. O projeto do Fusstat é desenvolvido com apoio de diversos parceiros.
“Vejo o Casamento Comunitário como uma realização pessoal. As pessoas se sentem importantes quando podem falar que são casadas no papel. Não que uma aliança traga uma segurança para as famílias, mas muda a pessoa”, comentou Voss Campos. Os noivos contemplados participarão de cerimônia ecumênica com presença de um diácono e de um pastor.
As noivas serão conduzidas a um altar, instalado no palco da Concha Acústica, por guardas civis municipais e terão como padrinhos o prefeito Luiz Gonzaga Vieira de Camargo e a primeira-dama e presidente do Fusstat, Maria José Vieira de Camargo. “A Concha se transforma numa grande catedral para o evento. É algo lindo e muito emocionante”, concluiu o vice-prefeito.
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