Cavaleiros e muladeiros estiveram reunidos para comemorar o Dia de São Jorge, conhecido como o santo guerreiro. A cavalgada é realizada há mais de 50 anos em Tatuí, interior de São Paulo.
Teve até prenda gaúcha, tradição de vestir crianças com traje de gala e enfeitar os animais. Pietra Guerra, de cinco anos, conta que acordou bem cedo para se arrumar. O pecuarista José Bastos também fez questão de ir caracterizado.
Antes da cavalgada, os participantes fizeram a oração de São Jorge. A procissão passou pelas principais ruas da cidade e a tropa seguiu a imagem do santo.
A festa terminou com a queima do alho. Nem no cardápio, a tradição tropeira ficou de fora. Pratos como arroz carreteiro, feijão gordo e farofa de carne garantiram um almoço bem reforçado aos participantes.
Na cozinha improvisada houve muito trabalho para dar conta de atender mais de 200 pessoas.
Teve até prenda gaúcha, tradição de vestir crianças com traje de gala e enfeitar os animais. Pietra Guerra, de cinco anos, conta que acordou bem cedo para se arrumar. O pecuarista José Bastos também fez questão de ir caracterizado.
Antes da cavalgada, os participantes fizeram a oração de São Jorge. A procissão passou pelas principais ruas da cidade e a tropa seguiu a imagem do santo.
A festa terminou com a queima do alho. Nem no cardápio, a tradição tropeira ficou de fora. Pratos como arroz carreteiro, feijão gordo e farofa de carne garantiram um almoço bem reforçado aos participantes.
Na cozinha improvisada houve muito trabalho para dar conta de atender mais de 200 pessoas.
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