De janeiro a fevereiro de 2012, Tatuí, no interior de São Paulo, registrou 18 casos de intoxicações com produtos químicos. Dois desses foram causados por cloro.
Uma das vítimas foi um homem de 32 anos que manipulava cloro para limpeza. Já a outro vítima foi uma criança de oito que se intoxicou acidentalmente com cloro de piscina.
De acordo com o médico Fábio Fucci, da Secretaria de Saúde da cidade, casos de intoxicações desse tipo podem ser evitados com cuidados que precisam ser tomados pelos moradores.
A primeira recomendação é observar os rótulos das embalagens. Segundo ele, todos os fabricantes são obrigados a seguir normas legais e técnicas, além de obter autorização do Ministério da Saúde para cada produto saneante ser colocado a venda. A Portaria 327 de 30 de julho de 1997, institui as Boas Práticas de Fabricação e Controle para industria de saneantes domissánitarios.
“Este regulamento delineia os procedimentos e a prática normativa que visa à padronização e definição de procedimentos, métodos de fabricação, condições de instalações de uma empresa, equipamentos e respectivas manutenções, critérios de segurança, bem como matérias-primas, embalagens, condições de estocagem e aspectos relativos ao meio ambiente, para garantir a qualidade e a segurança no uso dos produtos saneantes domissanitários”, afirma o especialista.
Outra orientação do especialista é evitar misturas. Os produtos saneantes somente devem ser ‘turbinados’ se houver indicação no rótulo, pois por se tratarem de agentes químicos a mistura indevida entre eles, pode causar reações explosivas ou a liberação de vapores tóxicos.
Recomenda-se ler sempre o rótulo, pois informações importantes estão contidas nele como:
- para que ele serve;
- como utilizá-lo;
- dados sobre o fabricante;
- registro ou notificação dele do ministério da saúde;
- avisos sobre os perigos e informações de primeiros socorros;
- o número de telefone do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC);
Venda de produtos clandestinos
Quando se trata de produtos de limpeza, é comum na região a venda de formulas manipulada por vendedores ambulantes. Segundo Fábio Fucci, esse tipo de produto não devem ser utilizados já que não seguem regras de segurança.
“Fiscalizar esse vendedores é um trabalho complicado, pois ora os vendedores estão no meio da rua, ora no quintal de uma casa. Eles têm uma mobilidade grande, o que dificulta encontrá-los. Por isso, é importância denúncias da população sobre esses produtos clandestinos, entrando em contato com a VISA. Eles podem oferecer sérios riscos à saúde”, afirma.
Uma das vítimas foi um homem de 32 anos que manipulava cloro para limpeza. Já a outro vítima foi uma criança de oito que se intoxicou acidentalmente com cloro de piscina.
De acordo com o médico Fábio Fucci, da Secretaria de Saúde da cidade, casos de intoxicações desse tipo podem ser evitados com cuidados que precisam ser tomados pelos moradores.
A primeira recomendação é observar os rótulos das embalagens. Segundo ele, todos os fabricantes são obrigados a seguir normas legais e técnicas, além de obter autorização do Ministério da Saúde para cada produto saneante ser colocado a venda. A Portaria 327 de 30 de julho de 1997, institui as Boas Práticas de Fabricação e Controle para industria de saneantes domissánitarios.
“Este regulamento delineia os procedimentos e a prática normativa que visa à padronização e definição de procedimentos, métodos de fabricação, condições de instalações de uma empresa, equipamentos e respectivas manutenções, critérios de segurança, bem como matérias-primas, embalagens, condições de estocagem e aspectos relativos ao meio ambiente, para garantir a qualidade e a segurança no uso dos produtos saneantes domissanitários”, afirma o especialista.
Outra orientação do especialista é evitar misturas. Os produtos saneantes somente devem ser ‘turbinados’ se houver indicação no rótulo, pois por se tratarem de agentes químicos a mistura indevida entre eles, pode causar reações explosivas ou a liberação de vapores tóxicos.
Recomenda-se ler sempre o rótulo, pois informações importantes estão contidas nele como:
- para que ele serve;
- como utilizá-lo;
- dados sobre o fabricante;
- registro ou notificação dele do ministério da saúde;
- avisos sobre os perigos e informações de primeiros socorros;
- o número de telefone do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC);
Venda de produtos clandestinos
Quando se trata de produtos de limpeza, é comum na região a venda de formulas manipulada por vendedores ambulantes. Segundo Fábio Fucci, esse tipo de produto não devem ser utilizados já que não seguem regras de segurança.
“Fiscalizar esse vendedores é um trabalho complicado, pois ora os vendedores estão no meio da rua, ora no quintal de uma casa. Eles têm uma mobilidade grande, o que dificulta encontrá-los. Por isso, é importância denúncias da população sobre esses produtos clandestinos, entrando em contato com a VISA. Eles podem oferecer sérios riscos à saúde”, afirma.
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